Sobrevivi!!!
Apesar da data e do horário do post, estou escreveido à 1:15 da badrugada de sexta para sábado, diretabeite do hospital. Como podei perceber, fiz a cirurgia. Foi tudo tranqüilo. Tenho fatos divertidos (pelo benos pra bii) pra coutar. Por isso resolvi aproveitar a total falta de sodo. Desculpa se tá difícil pra vocês lerem esse texto. Pra facilitar, tapem seus darizes!
Bou, depois de uba baiã buito irritada pela iicerteza da operação, às 14 horas fiquei sabeido que sii, eu ia pra faca hoje besbo. Uu coupribidinho relaxãte que até agora eu dãu sei se fez alguu efeito; tchau papai, babãe, badriia e Giu; fui! Bati altos papos com tudo quaãto era eiferbeiro, bédico, assisteite e adestesista que passou pela biia freite. O pessoal daqui é super siipático. Assim que iijetaraã a adestesia, a viageii cobeçou. Eu fui falaãdo tudo o que eu seitia: toutura, forbigabentos, iicôbodos. A adestesista perguutou cou o que eu queria soiar. Peisei duba praia. Eigraçado, fui direto pra lá. Só leibro de buita luz, do bar e de uba edergia deliciosa. Foi gostoso. De repeite eu saí de lá e tiia uu boute de geite perto de bii. Uba coufusão. Tive uba ridícula crise de riso que todos achavao que era de choro. Vai ver que era uu pouco de cada. Aí leibrei que eu estava do ceitro cirúrgico. "Dossa, a cirurgia!" Beu dariz estava taãpado, ardia uu pouco, bas eu estava ok. Be levarao para a sala de recuperação e desiibestei a falar (eu, falaãdo???). Tiia counsciência de tudo, bas eu estava buito grogue. É irritaãte o corpo dão obedecer a cabeça. Foi uu ótibo laboratório. Falei, falei, falei e be trouxerao pro quarto. A fabília desacreditou que eu estava tão bei. Tá, dão vou esconder que tobei bó brouca do bédico porque eu precisava sossegar e parar de falar. Bas eu queria couversar cou as pessoas, coutar cobo foi, ligar para os abigos. Por bii, estariao todos aqui do quarto cobigo. Viva as bensageis de texto via celular. Be poupou várias palavras. Depois sosseguei. Priicipalbente depois que be trouxerao cobida.
Recebi ubas ligações que be deixarao bei couteite, bas a que eu esperava dão acouteceu. Bou, quei é parte da binha vida atualbeite se fez preseite. O pós-operatório tá seido chato. Tô cou uu taãpão ridículo do dariz, que segura o saãgue que escorre e me trasforba da reda do dariz verbelho. Teio uu pouco de dor de cabeça por causa da pressão do dariz. Isso é chato. O dariz costaãtebeite fazeido tuu, tuu, tuu. Acho que isso dão be ajuda a dorbir.
É louco peisar que eu be coloquei duba besa cirúrgica para quebrarei beu dariz. Acho que dunca tobei uba decisão tão séria. Bas taãbei dão fiz questão de be couscieitizar da seriedade da coisa. Agora só espero que esteja todo bei até 5ª feira, quaãdo tebos uu espetáculo de Playback para fazer. Acho que vai dar tudo certo. O pribeiro graãde passo de 2005. Esse ado probete!!!
Pra terbidar, uba fotiio tirada hoje:

Escrito por Sheila às 12h48
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Nem tudo é o que parece
Amanhã entro na faca. Ou não. Só saberemos na hora. Faz uns 6 meses que decidi operar o sépto. Não sei bem se resolvi encarar a operação para talvez respirar melhor ou se foi para, pela primeira vez em 22 anos, tomar uma atitude independente dos meus pais em relação a minha saúde. Estava tudo marcado há 1 mês, mas vários problemas com convênio, hospitais e médico, me deixaram maluca essa semana. 3 dias de correria e muitos telefonemas, e ontem estava quase tudo certo para eu ser internada amanhã, dia 7, às 12h no Hospital Paulista. Quase tudo porque se eu ficasse menstruada e com um fluxo forte, a operação não seria realizada. Claro que estou menstruada! Agora a situação é essa: vou para o hospital e "na hora a gente vê" se opera ou não. Bacana, né? Quadro ideal para pessoas ansiosas. Não posso ver nada doce na minha frente.
Só que o mais louco vem agora. Não vou negar que estou ansiosíssima pra que a cirurgia role. Quero saber como vai ser, como vou acordar, quem vai estar lá comigo. Mas o que mais estou esperando, é uma ligação que vou receber. Alguém que está longe vai me ligar para saber se foi tudo bem. Essa ligação está canalizando toda a minha ansiedade. E ela vai acontecer mesmo que meu médico me mande de volta pra casa sem operar!
E nesse clima de saudade, fica mais uma letra de música tudo a ver com o momento. Estou com um repertório de 10 músicas que contam essa minha história dos últimos 4 meses e meio...
Eu Te Amo, Te Amo, Te Amo (Roberto Carlos)
Tanto tempo longe de você Quero ao menos lhe falar A distância não vai impedir Meu amor de lhe encontrar Cartas já não adiantam mais Quero ouvir a sua voz Vou telefonar dizendo Que eu estou quase morrendo De saudades de você
Eu te amo, eu te amo, eu te amo Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Eu não sei por quanto tempo eu Tenho ainda que esperar Quantas vezes eu até chorei Pois não pude suportar Para mim não adianta Tanta coisa sem você E então me desespero Por favor meu bem eu quero Sem demora lhe falar
Eu te amo, eu te amo, eu te amo
Mas o dia que eu puder lhe encontrar Eu quero contar O quanto sofri por todo esse tempo Que eu quis lhe falar
Eu te amo, eu te amo, eu te amo Uh! Uh! Uh! Uh! Uh! Eu te amo, eu te amo, eu te amo Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Para mim não adianta Tanta coisa sem você E então me desespero Por favor meu bem eu quero Sem demora lhe falar
Eu te amo, eu te amo, eu te amo Uh! Uh! Uh! Uh! Uh! Eu te amo, eu te amo, eu te amo Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!...
Escrito por Sheila às 16h10
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Natal e Reveillon

Existe bebê mais fofo que esse? Na minha vida não! Essa foto eu tirei no feriado do Natal, em Atibaia. A Giovanna faz 1 ano agora, em janeiro. Ela tá muuuuito linda. Foi uma delícia ficar com ela aqueles dias. Minha família inteira estava lá, mas eu não tava em clima de família. A Gigi me ajudou muito a sorrir ao invés de chorar. Passei dias gostosos, deu pra descançar. Voltei na segunda e, já terça-feira, fui pro Guarujá com minhas primas (a Mô e a Dé). Foram também uns meninos muuuuuito loucos (demais até) e a Marcinha (Chuuuuuuuuuu, adorei que vc foi!!!). Assim que a Mô descarregar as fotos eu coloco algumas aqui e falo um pouco do que foram esses dias com uma turma totalmente nada a ver comigo. Acabou virando laboratório para o teatro...
A virada do ano foi diferente, intensamente introspectiva. Rezei, mandei mensagem pelo celular, pela Lua (que estava linda), chorei, ri, cantei, chorei, falei com minha família, abracei um monte de gente, chorei... Mas não era só tristeza, não. 2004 foi, provavelmente, o melhor ano da minha vida. Um ano de descobertas, de conquistas, de muito aprendizado e de relações intensas. Começo 2005 cheia de expectativa e confiante para só conquistar mais!
Um PS especial:

Recebi uma reclamação por não ter colocado antes essa foto antes aqui no blog. Esse é o ator Henrique Schafer, um cara muito bacana que conheci na Operação Arco-Íris. Pronto! Agora só falta meu amigo me deixar um recadinho, né???
Escrito por Sheila às 19h37
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